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Últimos acontecimentos na guerra no Oriente Médio

Published on July 21, 2026 at 21:54

Un soldado libanés revisa la documentación de unos motoristas el 21 de julio de 2026 en un puesto de control a la entrada de la localidad de Srifa, en el sur de Líbano — Fadel Itani / AFP
Un soldado libanés revisa la documentación de unos motoristas el 21 de julio de 2026 en un puesto de control a la entrada de la localidad de Srifa, en el sur de Líbano — Fadel Itani / AFP

Estes são os últimos acontecimentos da guerra no Oriente Médio após a retomada das hostilidades, em 7 de julho, entre os Estados Unidos e o Irã:

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que "não terminou de forma alguma" sua campanha contra o Irã e advertiu que o próximo alvo militar poderá ser um complexo nuclear subterrâneo conhecido como Montanha Pickaxe.

"Vamos atacar essa área muito em breve, e com muita força", declarou Trump, acrescentando que normalmente não anunciaria alvos militares, mas que "não há nada que (os iranianos) possam fazer a respeito".

O Ministério das Relações Exteriores do Kuwait anunciou que convocou o embaixador do Irã para protestar contra um ataque a um petroleiro do país no Estreito de Ormuz, que deixou vários feridos.

Além disso, as autoridades acusaram Teerã de ter atacado, pelo quarto dia consecutivo, usinas de geração de energia e plantas de dessalinização de água, provocando incêndios em diversas instalações.

A deterioração da situação no Estreito de Ormuz "acentua a preocupação com a segurança do abastecimento" de petróleo e "a incerteza" quanto às perspectivas do mercado, advertiu nesta terça-feira o diretor da Agência Internacional de Energia (AIE), Fatih Birol.

No entanto, ele destacou a existência de "fatores de amortecimento", como os "importantes esforços da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos" para fornecer petróleo por rotas alternativas, o aumento das exportações de outros produtores e o empenho da China em reduzir suas importações.

O Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos denunciou a recente "intensificação" dos ataques do Exército israelense na Faixa de Gaza, que provocaram pelo menos 57 mortes entre os dias 13 e 20 de julho.

O Exército da Jordânia anunciou nesta terça-feira ter interceptado cinco drones iranianos.

A Guarda Revolucionária do Irã confirmou o ataque e afirmou que ele teve como alvo um "complexo que abriga as forças terroristas americanas na região de Rukban".

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter atacado dois sistemas de defesa antiaérea e uma instalação de radar em duas bases norte-americanas no Bahrein, além de sistemas de defesa antimísseis, radares e sistemas de recepção via satélite no Kuwait.

Anteriormente, o Exército iraniano havia informado sobre ataques à base norte-americana de Arifjan, no Kuwait, onde estão posicionados sistemas de mísseis HIMARS.

A Guarda Revolucionária do Irã afirmou ter detido dois "petroleiros que não cumpriam a regulamentação" enquanto tentavam atravessar o Estreito de Ormuz, depois que "explosões provocaram incêndios de grandes proporções a bordo", informou a agência estatal de notícias Irna.

O Exército dos Estados Unidos anunciou na segunda-feira que concluiu uma nova série de bombardeios contra o Irã para reduzir a capacidade do país de atacar navios que transitam pelo Estreito de Ormuz.

"As forças americanas atacaram centros de comando militares iranianos, capacidades marítimas, locais de lançamento de mísseis e drones e sistemas de defesa aérea para degradar a capacidade do Irã de continuar atacando navios comerciais que atravessam o Estreito de Ormuz", informou o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) na rede social X.

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